
Eu caminho sobre pastos verdes, pálidos
E quando tento procurar... Encontrar o mar, nada vejo, nada sinto.
E é neste pontilhado de faixas brancas interruptas
Que ouço um constante som motorizado
De seres robóticos, neuróticos...
Que caminham rumo a lugar nenhum.
E eu me sinto levar ao ápice dos questionários sórdidos
De vidas exacerbadas
Que conquistam matéria, e perdem valores.
Que conquistam matéria, e perdem valores.
E a máquina segue absurda, surda
E a invalidez do homem aumenta com o buraco da camada de ozônio
Homônimos e parônimos que cabem em papéis reciclados e mijados.
Em rolos contínuos de papéis brancos.... Brancos.

1 comment:
Adorei... Saudades?
Eu sinto muito sua falta! Beij0 Nicolle
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