
Entre caminhos e ninhos hão de ser encontrados
Os damascos secos, ressecados.
Nabiscos e Bispos que sequer relembram dos velhos pastos
Quando os Vascos invadiram as Américas e dissecaram
As carcaças dos indígenas que ali viviam.
Que sobreviveram a vinda dos Bárbaros Desbravadores dos sete mares
Em pares... Ímpares. Marcando o gado com o celo Real
E derrubando as matas com realeza…
Na pureza adquirida pelo sangue das batalhas.
Oh, Bravos Desbravadores tão valentes
Que conquistavam o mundo com seus espelhos
Em busca das especiarias, iguarias
Produtos manufaturados e fartos da podridão da moeda Real.
Que beleza! Quando depararam-se com a Terra à Vista!
Pagando à prazo tudo o que deviam para a outra forte nação
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