
Por onde vão esses círculos, vincos
Que nessa parede sólida, bruta
Desmancham as linhas tortas de Aniz,Assis.
Que pelos óculos escuros, impuros
Me fazem crer que o reto, concreto
Move e retorna ao Círculo, Vinco.
E essa linha reta, monótona e tênua
Que desliza sobre os ombros da mulata, morena
E enche meu peito de Orgulho, Mergulho.
Na profundeza dos olhos dela, tela.
Que pinto azul, caque e cru.
E pelo longos cabelos Emaranhados, Fados.
Cantados pelas viúvas negras do Além Tejo, beijo.
Que dado assim, sim.
De rosto colado, de almas Tocadas, Fadas.
Que nesse rumo, escuro, se perdem dentre as florestas.
E fazem vir a caminho de si,
O elo dourado do Sabiá…Sabia?
Rafael F. B. Martins
1 comment:
amore, vc sempre escrevendo coisas lindas, gostosas de se ler.
bj te amo muito!!
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